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Petróleo no mesmo preço, mas com Bolsonaro gasolina era bem mais barata que atualmente com Lula
Comparativo que viralizou nas redes sociais reacendeu o debate sobre o preço dos combustíveis no Brasil. Internautas destacaram que, em meados de 2022 — durante o governo Bolsonaro — o barril de petróleo custava cerca de US$ 100 no mercado internacional, mas o litro da gasolina era vendido nas bombas por R$ 4,59. Atualmente, sob a gestão do presidente Lula, o barril gira em torno de US$ 60, no entanto, o preço médio da gasolina no Brasil ultrapassa R$ 6,20, como mostra o próprio painel da Petrobras.
Narrativas desmontadas pela realidade
Durante o governo anterior, a oposição e setores da esquerda acusavam o então presidente de manter os combustíveis em valores altos devido à política de preços da Petrobras atrelada ao dólar e ao mercado internacional. Agora, no entanto, com um cenário global mais favorável e barril em queda, os mesmos críticos se calam diante de uma realidade ainda mais dura para o bolso do brasileiro.
Petrobras, impostos e silêncio conveniente
A atual política de preços da Petrobras continua sendo um dos principais pontos de discussão. A promessa de “abrasileirar” os combustíveis — usada como bandeira de campanha — não se concretizou. Além disso, a reoneração de impostos federais e a ausência de uma política transparente agravam a situação. O silêncio da esquerda e dos que antes cobravam soluções se destaca tanto quanto a alta dos preços.
Contraste que escancara
O paradoxo salta aos olhos: com o barril a US$ 100, o preço era menor; com o barril a US$ 60, o brasileiro paga mais. A diferença está na condução política, na gestão da Petrobras e na carga tributária imposta. A comparação deixa evidente que o discurso da esquerda ruiu diante dos fatos. E enquanto isso, quem paga a conta é o povo.
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