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Das 43 empresas e pessoas físicas que tiveram as contas bancárias bloqueadas pelo ministro Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, por suspeita de organizar e financiar atos democráticos, 34 são de Mato Grosso. Eles deverão prestar depoimento à Polícia Federal em até dez dias.
Os nomes foram apontados pela Polícia Rodoviária Federal e pela Secretaria Estadual de Segurança Pública. A maioria delas está ligada aos setores de transporte e agronegócio. Sorriso é o município com mais pessoas físicas e jurídicas citadas: 21, seguido por Água Boa (4), Cuiabá (2), Nova Mutum (2), Tapurah (2), Campo Novo do Parecis e Guarantã do Norte – com um nome, cada.
Desde o fim do segundo turno das eleições, manifestantes passaram a ocupar trechos de rodovias de forma pacífica para contestar o resultado do pleito. Além disso, inúmeros atos estão concentrados na frente de quartéis-generais das Forças Armadas em diversos estados do país.
Sorriso (420 km de Cuiabá):
Água Boa (736 km de Cuiabá):
Nova Mutum (269 km de Cuiabá)
Tapurah (414 km de Cuiabá)
Campo Novo do Parecis (397 km de Cuiabá)
Guarantã do Norte (708 km de Cuiabá)
Constam ainda as empresas Sinar Costa Beber e Sipal Indústria e Comércio Ltda., de Rio Grande do Sul e Paraná, respectivamente, que possuem diversas filiais em cidades de Mato Grosso. Veja a lista completa.
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