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Natalino Monteiro, de 38 anos, conhecido como “Tigrão”, morreu após entrar em confronto com a Polícia Militar na madrugada de sábado (29), em Marcelândia. Ele tinha 12 passagens criminais e seria um dos envolvidos no sequestro de uma mulher e da filha adolescente, de 13 anos, em Analândia do Norte.
Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu informações de que Natalino estava escondido em uma casa próxima a uma carvoaria. Quando percebeu a chegada dos militares, ele correu para dentro do imóvel.
Durante a tentativa de abordagem, o suspeito teria sacado uma arma, apontado contra os policiais e efetuado um disparo. A equipe reagiu e o atingiu.
Os próprios militares prestaram os primeiros socorros e levaram Natalino ao Hospital Maria Zélia, pois não havia ambulância disponível naquele momento. Apesar do atendimento médico, ele não resistiu aos ferimentos.
A PM apreendeu uma garrucha calibre .22 com uma munição deflagrada. A equipe médica também encontrou outras cinco munições intactas nas roupas do suspeito e as entregou à polícia.
Mãe e filha mantidas em cárcere
Horas antes do confronto, uma mulher de 27 anos denunciou que ela e a filha, de 13, foram mantidas em cárcere privado e roubadas dentro da própria residência.
Segundo o relato registrado no boletim, Natalino e outro homem, identificado como Dhefferson, procuraram as vítimas na quinta-feira (27) e pediram acesso à rede Wi-Fi. No dia seguinte, a dupla teria retornado e passado a ameaçar mãe e filha.
Em determinado momento, os suspeitos obrigaram a mulher a sair da casa para buscar dinheiro e combustível. Ao deixar o imóvel, ela conseguiu pedir ajuda à Polícia Militar.
A adolescente contou aos policiais que Dhefferson teria cometido o estupro enquanto permaneceu sozinho com ela na residência. O caso envolve suspeitas de sequestro, cárcere privado, roubo e estupro de vulnerável e segue sob investigação.
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