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De 33% a R$ 18: como Bolsonaro valorizou professores e Lula enfrentou revolta sindical

Por RGT News

A previsão de reajuste de apenas 0,37% no piso salarial dos professores da educação básica, o equivalente a cerca de R$ 18, expôs um contraste claro entre as políticas adotadas nos governos Bolsonaro e Lula. O índice, calculado a partir da regra atual do Valor Anual por Aluno (VAAF), ficou muito abaixo da inflação de 2025, que atingiu 4%, e provocou reação imediata de sindicatos e entidades da educação.

Diante da repercussão negativa, o ministro da Educação, Camilo Santana, gravou um vídeo afirmando que o governo apresentará, até o fim do mês, uma medida provisória para alterar o cálculo do piso. Santana reconheceu que o percentual resultante da regra atual “não pode ser admitido” e admitiu a necessidade de mudança após reunião com o presidente Lula e ministros da área econômica.

A regra vigente determina que o reajuste do piso tenha como base o VAAF dos dois anos anteriores. Para 2026, esse critério gerou o índice de 0,37%. Caso o modelo continue, a projeção para 2027 indica novo aumento abaixo da inflação ou até mesmo nenhum reajuste real, cenário que mantém a pressão sobre o governo.

Diferenças

O quadro contrasta diretamente com o que ocorreu em 2022, no governo Bolsonaro, quando os professores receberam um reajuste de 33,24%. Naquele período, a atualização do Fundeb, aprovada em 2020, alterou o VAAF e abriu espaço para que o Congresso elaborasse uma lei específica sobre o reajuste do magistério. Diante da ausência dessa regulamentação, a equipe do MEC defendeu a vinculação do piso ao INPC, índice oficial de inflação.

Mesmo enfrentando resistência de sindicatos, o governo Bolsonaro adotou uma decisão política e garantiu um aumento com ganho real, muito acima da inflação daquele ano. A medida assegurou valorização imediata da categoria e evitou perdas salariais acumuladas.

O episódio atual evidencia uma diferença de postura entre os dois governos. Enquanto Bolsonaro utilizou a brecha legal para assegurar um reajuste expressivo aos professores, o governo Lula manteve a regra vigente mesmo com impacto negativo e só anunciou mudança após forte reação pública. O piso do magistério, mais uma vez, tornou-se termômetro das prioridades e da condução política na área da educação.

Um vídeo de uma professora mostra a revolta da classe com o atual presidente:

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