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Motorista que matou idosa atropelada viveu em Rondonópolis com identidade falsa e já esquartejou namorada

Por RGT News

O motorista preso por atropelar e matar a servidora aposentada da Politec, Ilmes Dalmis Mendes da Conceição, de 71 anos, na tarde desta terça-feira (20), na Avenida da FEB, em Várzea Grande, trata-se do advogado Paulo Roberto Gomes dos Santos, que já viveu em Rondonópolis sob identidade falsa e carrega um histórico criminal grave, incluindo assassinato e esquartejamento da própria namorada.

Passado criminoso e identidade falsa

A trajetória criminal de Paulo Roberto Gomes dos Santos começou em 1998, no Rio de Janeiro, período em que atuava como policial. Naquele ano, ele passou a responder pela morte de um delegado, atingido com um tiro na nuca. Logo depois, deixou o estado e seguiu para Mato Grosso, onde passou a usar a identidade falsa de Francisco de Ângelis Vaccani Lima.

Em seguida, ele se estabeleceu em Rondonópolis, abriu comércios e construiu uma vida aparentemente normal, inclusive com família, sem levantar suspeitas iniciais sobre o passado.

Crime brutal em Mato Grosso

Já em 2004, Paulo Roberto voltou ao centro de um crime de extrema violência. Ao desconfiar de uma possível traição, ele convenceu a amante, a estudante Rosimeire Silva, de 19 anos, a viajar até Juscimeira.

Dentro de um motel, ele matou a jovem e esquartejou o corpo. Partes acabaram descartadas no Rio São Lourenço e no Rio das Mortes. Até hoje, a cabeça da vítima não apareceu.

Mesmo assim, antes da descoberta do crime, Paulo ainda manteve contato com familiares da jovem, tentando sustentar a farsa.

Tentativa de fuga e descoberta da verdadeira identidade

Com o avanço das investigações da Delegacia de Homicídios (DHPP), a polícia chegou até o suspeito. Ao receber intimação, Paulo tentou fugir ao pular da janela do quarto andar de um prédio, sofrendo fraturas nas duas pernas.

Durante o atendimento hospitalar, investigadores confirmaram sua verdadeira identidade e a ligação direta com o assassinato do delegado no Rio de Janeiro.

Condenações e atuação como advogado

As condenações saíram em 2006. A Justiça aplicou 13 anos de prisão pelo assassinato do delegado e mais 19 anos pelo crime contra a estudante.

Em 2011, Paulo Roberto deixou o sistema prisional. Formado em Direito, passou a atuar como advogado e chegou a defender outro acusado de duplo homicídio. Na época, declarou que “pagou pelo que fez” e afirmou ter se aproximado da religião após cumprir pouco mais de quatro anos em regime fechado.

Por conta das condenações, a OAB-MT cassou seu registro. Ainda assim, consulta realizada nesta terça-feira (20) indicava situação regular no cadastro nacional da entidade.

Novo crime e prisão

Agora, nesta terça-feira (20), o nome de Paulo Roberto voltou ao noticiário após um novo crime. Ele atropelou e matou a servidora aposentada da Politec, Ilmes Dalmis Mendes da Conceição, de 71 anos, na Avenida da FEB, em Várzea Grande.

Após o impacto, ele deixou o local sem prestar socorro e, em depoimento, tentou atribuir a culpa à vítima. No entanto, o delegado Christian Cabral, da Deletran, contestou a versão com base em imagens que mostram o motorista seguindo viagem normalmente.

Diante dos elementos reunidos, a polícia realizou a autuação por homicídio doloso, na modalidade dolo eventual. A vítima acabou arremessada para a pista contrária e sofreu um segundo atropelamento, desta vez por uma Fiat Strada.

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