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JÁ FEZ O L HOJE?
Celulares e eletrodomésticos mais caros: governo Lula aumenta imposto de importação de eletrônicos
Por Tudo Celula
- Publicado em 23/02/2026
- 08:12
A notícia do fim das taxas extras do presidente Donald Trump nos EUA pode não ter grande impacto nos preços do Brasil, no fim das contas. O governo brasileiro elevou no início de fevereiro a taxa de importação de mais de mil produtos, com um forte impacto no setor de tecnologia.
A decisão afeta de imediato os celulares trazidos prontos do exterior, que sofreram um acréscimo de até 7,2 pontos percentuais nos tributos. Aparelhos de marcas sem fabricação local e modelos premium importados chegarão às prateleiras com valores mais altos para o consumidor final.
Os smartphones montados no Brasil escapam da nova cobrança em um primeiro momento, mas a nova regra também aumenta os custos de máquinas e equipamentos de produção comprados em outros países e cria um inevitável efeito cascata. Como as fábricas nacionais dependem dessa tecnologia estrangeira para modernizar as linhas de montagem, é esperado que o gasto interno de fabricação também suba e esse custo extra deve afetar os preços ao consumidor a médio prazo.
Ou seja, enquanto celulares da Samsung e Motorola, além dos modelos base da Apple e alguns chineses não devem ter mudança imediata, os celulares da Xiaomi, versões Pro do iPhone e diversos outros de marcas como Realme, Oppo e Honor ficarão mais caros já nos próximos dias.
Inflação x proteção da indústria nacional
O peso das novas taxas vai muito além dos telefones e atinge peças fundamentais para toda a economia, pois a mudança afeta os custos de componentes básicos e vai encarecer produtos como eletrodomésticos, televisores e equipamentos hospitalares no curto prazo.
Diante desse cenário, o presidente do Fiorde Group, Mauro Lourenço Dias, alerta para o risco de retração no mercado ao avaliar que “o aumento das alíquotas impacta diretamente a capacidade de investimento das empresas”. O executivo também destaca a dependência do maquinário externo para o avanço das marcas locais e completa que “quando o custo sobe de forma abrupta, muitos projetos ficam comprometidos e a competitividade do Brasil no cenário internacional é afetada”.
Em contrapartida, o Ministério da Fazenda defende a iniciativa como um escudo para proteger a indústria nacional contra o avanço das compras internacionais, que registraram um salto expressivo desde 2022, e argumenta que o alto volume de produtos estrangeiros ameaça a cadeia produtiva local.
A equipe econômica minimiza os riscos de inflação ao projetar um efeito indireto e baixo no índice de preços ao consumidor, além de manter a expectativa de reequilibrar o mercado e fortalecer os fabricantes instalados no território brasileiro.
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