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Os dois faccionados que morreram após um confronto com policiais da Força Tática, na tarde deste domingo (18), na Rodovia do Peixe, em Rondonópolis, acumulavam uma extensa ficha de passagens criminais. Segundo a Polícia Militar, a dupla tinha registros por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, furto, ameaças e outros delitos.
Conforme já noticiado pelo RGT News, o confronto ocorreu por volta das 13h17, no km 2 da Rodovia do Peixe, durante uma operação da Força Tática para combater o tráfico de drogas na região.
De acordo com a PM, informações da Agência Local de Inteligência apontavam que um Hyundai HB20 estaria sendo utilizado para transportar e comercializar entorpecentes em Rondonópolis.
Os militares montaram dois pontos de bloqueio para interceptar o automóvel. Ao se aproximar da primeira barreira, o motorista chegou a reduzir a velocidade, dando a entender que obedeceria à ordem de parada. No entanto, segundo o relato policial, os ocupantes abriram fogo contra os militares e fugiram.
Na sequência, os suspeitos chegaram ao segundo bloqueio e, ainda conforme a PM, voltaram a atirar contra os policiais. A equipe reagiu e atingiu os dois ocupantes do veículo.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceu ao local e constatou as duas mortes. Durante os trabalhos periciais, as equipes encontraram duas armas de fogo e aproximadamente 1,217 kg de substância semelhante à maconha.
Vídeo:
O histórico policial dos suspeitos chama a atenção pela quantidade de ocorrências registradas ao longo dos anos.
O primeiro homem acumulava quatro registros, incluindo ameaça, injúria e vias de fato, em 2020, além de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo no mesmo ano. Em 2022, voltou a registrar passagens por ameaça e tráfico de entorpecentes.
Já o segundo suspeito possuía um histórico ainda mais extenso, com passagens policiais desde 2014. Entre os registros estavam tráfico de drogas, direção perigosa, desobediência, porte ilegal de arma de fogo e furto.
Em 2022, ele voltou a ser registrado em ocorrências de tráfico de drogas e porte ilegal de arma. As passagens mais recentes ocorreram em 2025, por resistência e uso ilícito de drogas.
Ao todo, os dois homens somavam 11 registros de ocorrências policiais, conforme o levantamento divulgado pela Polícia Militar. As passagens não significam, necessariamente, condenações judiciais.
A ocorrência ficou sob responsabilidade das autoridades competentes, que deverão apurar as circunstâncias do confronto.
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