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Luciano Hang, dono das lojas Havan, e um dos empresários investigados por supostamente apoiar um golpe de Estado, teve as contas do Instagram, Facebook e TikTok bloqueadas, na terça-feira (23/8), após operação da Polícia Federal. Ele disse que foi censurado pela Justiça.
“Tenho certeza de que este era o objetivo de toda esta narrativa armada contra mim: tentar me calar. Mas sigo tranquilo, pois tenho a consciência limpa e milhões de brasileiros ao meu lado. Desde que me tornei ativista político, luto pela liberdade do cidadão e por um Brasil melhor, mais próspero e justo”, diz a nota do empresário.
A reportagem procurou as redes sociais, mas ainda não obteve retorno do TikTok. O Instagram e Facebook informaram que não vão se manifestar sobre o caso.
Após o colunista Guilherme Amado, do Metrópoles, revelar as conversas de teor golpista entre executivos, em grupo no WhatsApp, os seguintes empresários entraram na mira do Supremo Tribunal Federal (STF) e da PF:
Os agentes da PF cumpriram, na terça, mandatos em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Ceará.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ainda determinou o bloqueio das contas bancárias dos empresários e de seus respectivos perfis nas redes sociais. O magistrado ainda estabeleceu a tomada de depoimentos e a quebra de sigilo bancário.
A reportagem não conseguiu identificar se as contas dos outros empresários também saíram do ar e aguarda retorno das redes sociais.
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